sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Saudade amiga.
...visto-me de saudade sempre que vejo-a passar. passa, saudade... pode passar. Abro os meus braços, abro até os caminhos para que passe sem demora, sem contra-tempos. Não me negue este prazer... então, passe, e deixe-me aqui com tua presença e tua ausência. Prefiro viver na leveza de cada momento do que não tê-los. Saudade, amiga minha, não quero-te eternamente ao meu lado (não me leve a mal), porém sei que estás comigo até quando não quero... mesmo assim, obrigada por tudo, saudade! Lembre-se que será bem-vinda quando for em boa hora. E vá logo embora, sem hesitar, quando alguém por teu nome chamar em outro lugar. Saudade, ouça bem o que digo: juro que te matarei a qualquer instante (!)... pode esperar, se quiser.
domingo, 3 de agosto de 2008
Destilando o delírio
Ó, mundo, vasto mundo...
se meu nome fosse Raimunda
seria outra rima,
e não uma resposta.
se meu nome fosse Raimunda
seria outra rima,
e não uma resposta.
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