quinta-feira, 4 de setembro de 2014

memento.

é o que o silêncio diz: esqueça.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

ontem.

Essa noite sonhei com você.
Ouvi duas vezes relicario na rádio, fazia tempo que nem se quer ouvia seus acordes e talvez isso tenha me levado pro sonho.
Sonhar é um ato raro quando se trata de você e de mim, ou então, talvez somente o sonho seja real e sonhar seja diferente por não se tratar de realidade. Deu pra entender? Eu sei, é confuso... como confuso é sonhar de olhos fechados, sonhar com sua imagem cheia de beijos e carinhos. Não mando em meus sonhos e, pela aparente resistência, talvez eu também não mande em meus sentimentos.

domingo, 31 de agosto de 2014

.2208

4 letrinhas fazem a ficha cair.
3, dizem 'fim'.

domingo, 27 de julho de 2014

Tão tão

Eu leio os livros. Ouço as histórias, as músicas...
Vejo aquele filme e penso que tudo poderia ser vivido pela gente.
Tudo é tão nós, que até esqueço do era.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

meu relógio.

às vezes só é assim: eu sinto saudade e pronto. sem lógica, explicação comum... é sentimento torto que enquanto se ausenta vagueia pelo meu peito.

terça-feira, 1 de julho de 2014

caderno #13


"Quantos amores infinitos foram vividos pela metade?

Amor ao meio.

Era a primeira vez que sentia a sensação de eternidade.
Seus braços ms acolhiam, me levavam para um lugar seguro.
Não havia promessas. Talvez alguns devaneios futuros."

2012.


caderno #12

sorvete de flocos.
irresistível.

2012.

caderno #11

"Salvem as baleias albinas do carvão escuro..."

2012.

caderno #10

"Comecei a temer as noites.
Antes era guarita para os meus sonhos e pensamento.
Agora só lembro que a noite vem e você não vem junto."

2012.



caderno #9

de Cymera
"Tardiamente, você quer me levar.
Meu coração não entende mais."

2012.

caderno #8


"- AGORA! - gritava o peito.
Saudade crescia da agonia de um coração que não mais cabia tanto sentimento."

2012.

cadernos #7

"Passando pelas ruas do Rio, chego a uma conclusão: o amor não vem pra todos.

Observar é um ato cotidiano e nele é possível se deslumbrar com tudo, inclusive amores que desconheço.

Entre as linhas que cortam a cidade, reforma formas e uma necessidade tão forte quanto o agora: correr as ruas, seguir caminho; qualquer desfecho transcendental que me faça esquecer."

2012.

no caderno #6

"Doce seria o teu amor na minha boca."

2012.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

26881212

tenho medo.

tenho medo de minha memória
do cadaço que não amarrei
do carinho que já não tenho
do seu riso que não ouço.

tenho medo de sentir frio
de esquecer de um pensamento
de saber que não faço falta
e me surpreender de também não sentir.

tenho andado sem surpresas.
o solo sob os meus pés me fazem caminhar, 

pois a promessa é caminho de oasis e redemoinhos.

sou a montanha em uma neve que nunca vi.
sou seu retrato que não roubei. 

Sou a que sente saudade, 

mas que também aprendeu a silenciar.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

not done yet.

não existe uma canção que compreenda mais minha insistência do que essa. a letra diz cada pensamento meu.

It's hard for me when I... think about the things I've never been
They keep coming back again like they got something to prove
I love my memories, but they are awake, controlling me at times
And I'm so lost without you
Yeah, yeah

And I can't get far from it
And from what went wrong
And I know it's stupid
Cause its been so long
The far that I get away
The more that I hold on
It's just this feeling I get
It's like I'm not done yet

"talvez o amor seja isso: resistência."
- Dexter Morgan.


ou talvez seja deixar ir...

segunda-feira, 16 de junho de 2014

O.K.

Quando me calo é quando sinto mais saudade. Vem desejo de fala, que fala: toque.
Conto a mim mesma que tudo é passagem, que tudo passa como as águas de qualquer rio.
Só que a minha verdade é represa, flui e fornece energia para o que guardo.
Afundo, afogo, você me resgata com um sorriso, um olá e me basta.
Sou terra e céu, sou sua. E não sou. E é pra mim o que não sei se será.
Minha vida é secreta aos teus encantos, me encanto, novamente, de novo e toda vez. Em suas mãos, tem meu mapa. Só você sabe o caminho e o que encontrar.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

h ar mon i

A primeira vez que senti que te amava eu estava dormindo e você foi me acordar.
De forma suave, fez um carinho, me colocou no colo, senti seu olhar bobo em minha preguiça, e me beijou.
Abri os olhos sentindo borboletas e dragões no estômago. Sim, dragões... era tudo tão quente e suave, tão certo. Meu coração oscilava entre disparos e calmarias. Amor...
Foi um gesto que até hoje suspiro ao lembrar...
- Sentiu isso? - perguntei.
E você, da forma mais bela e inesperada possível, respondeu:
- Eu sinto isso todos os dias.

terça-feira, 27 de maio de 2014

8 após o meu.

eu fico pensando... e o pensar às vezes angustia.
o pesar passeia em ruas silenciosas de balões e greves 
- greve.
greve também cravo em mim, semeando cantos sem voz
e sem caminho correndo na direção seguinte.

deixa fluir!
F L U IR, pois é necessário para toda alma que transborda
ter como destino um rio ou um mar que desague seu afeto.

domingo, 25 de maio de 2014

24

poesia e triste
isso que sempre tem.

quinta-feira, 20 de março de 2014

no caderno #5

Ela sentou no banco da praça
e sorriu
Olhou o universo ao seu redor
Há os que brincavam,
corriam por milhões de motivos,
outros em marcha lente.
Dominó, papo-furado,
um carrinho de pipoca e
o desejo de sentar com mais alguém.

Ela sorri pra quem passa.
Uma música se repete,
Quase tão irritante

As batidas aceitaram a medida
que o coração batia mais forte,
as folhas dançavam em disritmia
cantavam seus versos em
prosas e poesia.

O sol reluzia
E era convidativo...


2012.

quarta-feira, 19 de março de 2014

no caderno #4

Eu compreendo a Branca
(de) Neve: eu também comeria
aquela maça.


- Suculenta!

domingo, 16 de março de 2014

no caderno #3

Certa noite...
              eu fiz nascer o dia.
                                         .
                                         .
                                         .
                                         .
                                         Juro!


sábado, 15 de março de 2014

no caderno #2

Estranho seria,
no meio de tanto
azul, encontrar
uma baleia ROSA
e BANGUELA!

no caderno #1

Se Aladin estivesse aqui
eu diria:
- Bobo! Me dá essa
lâmpada que eu
consigo mais
desejos!

terça-feira, 4 de março de 2014

infinito em mim.

Tenho por mim um cuidado que antes não tinha. Temia quase nada. Jovem e sem problemas. Me perdia entre deuses e sonhos.. queria ser o infinito. E há um infinito em mim, só que finda. Finda sem final aparente, finda olhando pra frente sem pressa de ser fim.
Olho para os meus olhos, não mais os teus, e vejo quem sou... mudo toda vez que me questiono, por ser inquieta com as coisas e comigo mesma. Não posso exigir do mundo uma morada, mas posso fazer de mim um lar. Um lar pra mim, pelo menos.

(Aó)

domingo, 2 de março de 2014

.

Desperta; como jamais estive.

Meu corpo suspira passado e desconhece o futuro.

Ainda conheço a ilusão,
mas não sei se quero continuar nela.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

17

Me bagunçou os verbos
Riu dos meus versos,
Pois aqui não há lugar pra ficar.
Me fez perder o juízo,
com esse seu jeito indeciso
e amor doido pra dar.

E não pode ficar
E não quis ficar
E nem tentou ficar.
Não arriscou.

E me deixou.
E fim.
Não sou eu mais que espera...

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

As escadas

(ou se escadas falassem)

Eu só sentei no canto da escada e senti um arrepio forte na memória que recorda de tudo.
Arrisquei um sorriso...
Te vejo com as suas mãos nas minhas mãos.
Me vejo te tocando, te abraçando num beijo...

Toco na escada.
Ela não tem o seu cheiro nem textura...
é escada e pronto. Concreto e segredo.
Sentei na escada e só pensei em como sinto saudade.

13, parte II

E foi.
Não mais vida dividida,
saindo do carro pra viver a sua vida.


O que aquele gesto diria?
Onde chegará?

Não importa o caminho...
a ideia é ir.

E lá se foi
E eu cá fiquei
Caduca de tudo, do tempo

e sem remo no rumo que já sigo.

Junto minha saudade
e você me diz adeus em cada passo,

mesmo que com a boca diga um dia.

Você se afasta,
eu nem preciso ver.
Está feito.


Pesa medo, pesa culpa, pesa o futuro, 
pesa o querer, pesa o amor...
(que estava ali, eu sei)
Pesa o sim, pesa o agora.


Quem sabe um dia eu te sigo
- é um dos pensamentos que morre 
e nasce tantas vezes em mim -,
mas sei que sou como eu
e meu destino é contramão do seu.


Não te roubei um beijo.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Quando a alma sorri no fogo maior que o inferno

Vulcão de cinzas pela fumaça preta de um beijo.
O caos domina a calmaria e semea olhares e caricias que rimam em falsa poesia disfarçada de tédio.

É o que sinto.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

céu e mar

entendi o vento e todas as tempestades.
o toque... a pele...
só saber de sensações, sentir cada arrepio num cheiro, num olhar.
andar em estrelas e viver no chão de teu porto seguro.

lembra?
não.
melhor não ouvi as canções.

(Aó)

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

13

E em um dia de janeiro deixei de ser quem eu fui.
Vi um capítulo calmamente se declarar virado enquanto páginas de um livro particular denunciava o prólogo.

Eu te ouvi e me ouvi de volta. já não importa mais o que queria...

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Lençóis

e seu cheiro invade distâncias...