Se passo correndo...
ainda
ando
ao
teu lado.
(Carol Aó)
terça-feira, 25 de outubro de 2011
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
uma espécie de ponto.
A saudade que sinto perdeu suas palavras
Deixou seu exílio
Rimou outro verso.
Se lançou ao mar
Bebeu o oceano
Olhou pro céu
Amanheceu na lua.
Viu nascer o começo
E agora deságua
por uma certeza que não queria.
(Carol Aó)
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
o real.
Não lembre de nada.
O que adiantar escrever uma canção que não é cantada?
As portas abertas não abrem
E o desejo perdido grita regresso.
Grita amor.
Grita teu nome na canção que não posso tocar.
(Carol Aó)
sábado, 8 de outubro de 2011
Mudar
A mudança vem,
chega sem avisar.
Não bate na porta,
nem pedi licença...
Mudei.
Dexei-me mudar...
por querer ser mais
do que um talvez,
do que um talvez,
ou talvez,
mudei por algo
que ainda não
reconheço o nome.
(Carol Aó)
que ainda não
reconheço o nome.
(Carol Aó)
Vírgula
E qual instante não se perde quando te vejo?
Nas minhas mãos, calafrios;
mãos inquietas,
soltas,
presas pela necessidade.
Digo não a cada ato
e mergulho em uma casa sem esquina.
Eu não deveria sorrir do mesmo jeito.
e não me parece um erro sentir o meu sorriso.
(Carol Aó)
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