quinta-feira, 20 de março de 2014

no caderno #5

Ela sentou no banco da praça
e sorriu
Olhou o universo ao seu redor
Há os que brincavam,
corriam por milhões de motivos,
outros em marcha lente.
Dominó, papo-furado,
um carrinho de pipoca e
o desejo de sentar com mais alguém.

Ela sorri pra quem passa.
Uma música se repete,
Quase tão irritante

As batidas aceitaram a medida
que o coração batia mais forte,
as folhas dançavam em disritmia
cantavam seus versos em
prosas e poesia.

O sol reluzia
E era convidativo...


2012.

quarta-feira, 19 de março de 2014

no caderno #4

Eu compreendo a Branca
(de) Neve: eu também comeria
aquela maça.


- Suculenta!

domingo, 16 de março de 2014

no caderno #3

Certa noite...
              eu fiz nascer o dia.
                                         .
                                         .
                                         .
                                         .
                                         Juro!


sábado, 15 de março de 2014

no caderno #2

Estranho seria,
no meio de tanto
azul, encontrar
uma baleia ROSA
e BANGUELA!

no caderno #1

Se Aladin estivesse aqui
eu diria:
- Bobo! Me dá essa
lâmpada que eu
consigo mais
desejos!

terça-feira, 4 de março de 2014

infinito em mim.

Tenho por mim um cuidado que antes não tinha. Temia quase nada. Jovem e sem problemas. Me perdia entre deuses e sonhos.. queria ser o infinito. E há um infinito em mim, só que finda. Finda sem final aparente, finda olhando pra frente sem pressa de ser fim.
Olho para os meus olhos, não mais os teus, e vejo quem sou... mudo toda vez que me questiono, por ser inquieta com as coisas e comigo mesma. Não posso exigir do mundo uma morada, mas posso fazer de mim um lar. Um lar pra mim, pelo menos.

(Aó)

domingo, 2 de março de 2014

.

Desperta; como jamais estive.

Meu corpo suspira passado e desconhece o futuro.

Ainda conheço a ilusão,
mas não sei se quero continuar nela.