quarta-feira, 26 de setembro de 2018
terça-feira, 25 de setembro de 2018
terça-feira, 11 de setembro de 2018
sábado, 11 de agosto de 2018
segunda-feira, 6 de agosto de 2018
sexta-feira, 27 de julho de 2018
segunda-feira, 16 de julho de 2018
domingo, 15 de julho de 2018
sexta-feira, 13 de julho de 2018
em um longo caminho. aquele que não te vejo... te imagino em seu lugar. vivendo a vida que deixei. fecho os olhos e caminho no espaço aberto. às vezes dou sorte de estar perto do mar, mas não moro mais perto.
horizonte cinza e concreto. uma linha não azul, num céu distante. vivo nesse limbo, numa fronteira que levantei... atravessar é um delírio.
moro à deriva.
horizonte cinza e concreto. uma linha não azul, num céu distante. vivo nesse limbo, numa fronteira que levantei... atravessar é um delírio.
moro à deriva.
quarta-feira, 11 de julho de 2018
terça-feira, 10 de julho de 2018
desobediência.
a primeira.
Whenever I'm alone with you
You make me feel like I am home again
Whenever I'm alone with you
You make me feel like I am whole again
You make me feel like I am home again
Whenever I'm alone with you
You make me feel like I am whole again
Whenever I'm alone with you
You make me feel like I am young again
Whenever I'm alone with you
You make me feel like I am fun again
You make me feel like I am young again
Whenever I'm alone with you
You make me feel like I am fun again
However far away
I will always love you
I will always love you
However long I stay
I will always love you
Whatever words I say
I will always love you
I will always love you
I will always love you
Whatever words I say
I will always love you
I will always love you
segunda-feira, 9 de julho de 2018
já não sei quantas vezes disse aqui que não lembro dos meus sonhos. é um ato raro.
hoje acordei de um. havia nós em um rumo, em uma escolha caduca. conversavamos sobre futuro e como seguir. ainda no meu talvez, nessa incansável sensação de não ter certeza, vejo desejo da alma no onírico. mas é onde deve ficar.
já não ouço nada. nem mais a minha alma.
hoje acordei de um. havia nós em um rumo, em uma escolha caduca. conversavamos sobre futuro e como seguir. ainda no meu talvez, nessa incansável sensação de não ter certeza, vejo desejo da alma no onírico. mas é onde deve ficar.
já não ouço nada. nem mais a minha alma.
quinta-feira, 5 de julho de 2018
quarta-feira, 4 de julho de 2018
segunda-feira, 2 de julho de 2018
existe uma profunda tristeza pela ausência de som.
riso ou choro, eu sinto quebrando em milhões o meu último sorriso que rasgou o céu em camadas tortas na superfície em que não te vejo.
lamento... como reparar o que não tem jeito?
como silenciar todo esse grito?
me sinto tão perdida em meio a tanto acerto.
quem sou eu nesse percurso? onde está você que não é nossa morada. e eu também não sou.
A não história de nós.
riso ou choro, eu sinto quebrando em milhões o meu último sorriso que rasgou o céu em camadas tortas na superfície em que não te vejo.
lamento... como reparar o que não tem jeito?
como silenciar todo esse grito?
me sinto tão perdida em meio a tanto acerto.
quem sou eu nesse percurso? onde está você que não é nossa morada. e eu também não sou.
A não história de nós.
domingo, 1 de julho de 2018
segunda-feira, 25 de junho de 2018
Love me love me love me
Say you do
Let me fly away
with you
For my love is like
the wind
And wild is the wind
Give me more
than one caress
Satisfy this
hungriness
Let the wind
blow through your heart
For wild is the wind
You...
touch me...
I hear the sound
of mandolins
You...
kiss me...
With your kiss
my life begins
You're spring to me
All things
to me
Don't you know you're
life itself
Like a leaf clings
to a tree
Oh my darling,
cling to me
For we're creatures
of the wind
And wild is the wind
So wild is the wind
Wild is the wind
Wild is the wind
Say you do
Let me fly away
with you
For my love is like
the wind
And wild is the wind
Give me more
than one caress
Satisfy this
hungriness
Let the wind
blow through your heart
For wild is the wind
You...
touch me...
I hear the sound
of mandolins
You...
kiss me...
With your kiss
my life begins
You're spring to me
All things
to me
Don't you know you're
life itself
Like a leaf clings
to a tree
Oh my darling,
cling to me
For we're creatures
of the wind
And wild is the wind
So wild is the wind
Wild is the wind
Wild is the wind
domingo, 24 de junho de 2018
sábado, 23 de junho de 2018
trigo.
E foi então que apareceu a raposa.
__ Bom dia - disse a raposa.
__ Bom dia - respondeu educadamente o pequeno príncipe, que , olhando a sua volta, nada viu.
__ Eu estou aqui - disse a voz, debaixo da macieira...
__ Quem és tu? - perguntou o principezinho. __ Tu es bem bonita...
__ Sou uma raposa - disse a raposa.
__ Vem brincar comigo - propôs ele. __ Estou tão triste...
__ Eu não posso brincar contigo - disse a raposa. __ Não me cativaram ainda.
__ Ah! desculpa - disse o principezinho.
Mas após refletir, acrescentou:
__ O que quer dizer "cativar"?
__ Tu não és daqui - disse a raposa. __ Que procuras?
__ Procuro homens - disse o pequeno príncipe. __ Que quer dizer "cativar"?
__ Os homens - disse a raposa - têm fuzis e caçam. É assustador! Criam galinhas também. É a única coisa que fazem de interessante. Tu procuras galinhas?
__ Não - disse o príncipe. __ Eu procuro amigos. __ Que quer dizer "cativar"?
__ É algo quase sempre esquecido - disse a raposa. __ Significa "criar laços"...
__ Criar laços?
__ Exatamente - disse a raposa. __ Tu não és nada para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E Não tenho necessidade de ti. E tu também não tem necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. Eu serei para ti única no mundo...
__ Começo a compreender - disse o pequeno príncipe. __ Existe uma flôr... eu creio que ela me cativou...
__ É possível - disse a raposa. __ Vê-se tanta coisa na Terra...
__ Oh! não foi na Terra - disse o principezinho.
A raposa pareceu intrigada:
__ Num outro planeta?
__ Sim.
__ Há caçadores nesse outro planeta?
__ Não.
__ Que bom! E galinhas?
__ Também não
__ Nada é perfeito - suspirou a raposa.
Mas a raposa retornou a seu raciocínio.
__ Minha vida é monótona. Eu caço as galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens também. E isso me incomoda um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra. Os teus me chamarão para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim não vale nada. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos dourados. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará com que eu me lembre de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo... A raposa calou-se e observou por muito tempo o príncipe:
__ Por favor... cativa-me! -disse ela.
__ Eu até gostaria -disse o principezinho -, mas não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.
__ A gente só conhece bem as coisas que cativou -disse a raposa. __ Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo já pronto nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
__ O que é preciso fazer? -perguntou o pequeno príncipe.
__ É preciso ser paciente -respondeu a raposa. __ Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. E te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, cada dia, te sentarás um pouco mais perto...
No dia seguinte o príncipe voltou.
__ Teria sido melhor se voltasses à mesma hora -disse a raposa. __ Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz! Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar meu coração... É preciso que haja um ritual.
__ Que é um "ritual"? -perguntou o principezinho.
__ É uma coisa muito esquecida também -disse a raposa. __ É o que faz com que um dia seja diferente dos outros dias; uma hora, das outras horas. Os meus caçadores, por exemplo, adoram um ritual. Dançam na quinta-feira com as moças da aldeia. A quinta-feira é então o dia maravilhoso! Vou passear até à vinha. Se os caçadores dançassem em qualquer dia, os dias seriam todos iguais, e eu nunca teria férias!
Assim o pequeno príncipe cativou a raposa. Mas, quando chegou a hora da partida, a raposa disse:
__ Ah! Eu vou chorar.
__ A culpa é tua -disse o principezinho. __ Eu não queria te fazer mal; mas tu quiseste que eu te cativasse...
__ Quis -disse a raposa.
__ Mas tu vais chorar! -disse ele.
__ Vou - disse a raposa.
__ Então não terás ganho nada!
__ Terei, sim - disse a raposa __ por causa da cor do trigo.
Depois ela acrescentou:
__ Vai rever as rosas. Assim, compreenderá que a tua é a única no mundo. Tu voltarás para me dizer adeus, e eu te presentearei com um segredo.
O pequeno príncipe foi rever as rosas:
__ Vós não sois absolutamente iguais à minha rosa, vós não sois nada ainda. Ninguém ainda vos cativou, nem cativaste ninguém. Sois como era a minha raposa. Era uma raposa igual a cem mil outras. Mas eu a tornei minha amiga. Agora ela é única no mundo.
E as rosas ficaram desapontadas.
__ Sóis belas, mas vazias -continuou ele. __Não se pode morrer por vós. Um passante qualquer sem dúvida pensaria que a minha rosa se parece convosco. Ela sozinha é, porém, mas importante que todas vós, pois foi ela quem eu reguei. Foi ela quem pus sob a redoma. Foi ela quem abriguei com o pára-vento. Foi nela que eu matei as larvas (exceto duas ou três por causa das borboletas). Foi ela quem eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. Já que ela é a minha rosa.
E voltou, então, à raposa:
__ Adeus... -disse ele.
__ Adeus -disse a raposa. __ Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.
__ O essencial é invisível aos olhos -repetiu o principezinho, para não esquecer.
__ Foi o tempo que perdeste com tua rosa que a fez tão importante.
__ Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... -repetiu ele, para não esquecer.
__ Os homens esqueceram essa verdade -disse ainda a raposa. __ Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela tua rosa...
__ Eu sou responsável pela minha rosa... -repetiu o principezinho, para não esquecer.
__ Bom dia - disse a raposa.
__ Bom dia - respondeu educadamente o pequeno príncipe, que , olhando a sua volta, nada viu.
__ Eu estou aqui - disse a voz, debaixo da macieira...
__ Quem és tu? - perguntou o principezinho. __ Tu es bem bonita...
__ Sou uma raposa - disse a raposa.
__ Vem brincar comigo - propôs ele. __ Estou tão triste...
__ Eu não posso brincar contigo - disse a raposa. __ Não me cativaram ainda.
__ Ah! desculpa - disse o principezinho.
Mas após refletir, acrescentou:
__ O que quer dizer "cativar"?
__ Tu não és daqui - disse a raposa. __ Que procuras?
__ Procuro homens - disse o pequeno príncipe. __ Que quer dizer "cativar"?
__ Os homens - disse a raposa - têm fuzis e caçam. É assustador! Criam galinhas também. É a única coisa que fazem de interessante. Tu procuras galinhas?
__ Não - disse o príncipe. __ Eu procuro amigos. __ Que quer dizer "cativar"?
__ É algo quase sempre esquecido - disse a raposa. __ Significa "criar laços"...
__ Criar laços?
__ Exatamente - disse a raposa. __ Tu não és nada para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E Não tenho necessidade de ti. E tu também não tem necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. Eu serei para ti única no mundo...
__ Começo a compreender - disse o pequeno príncipe. __ Existe uma flôr... eu creio que ela me cativou...
__ É possível - disse a raposa. __ Vê-se tanta coisa na Terra...
__ Oh! não foi na Terra - disse o principezinho.
A raposa pareceu intrigada:
__ Num outro planeta?
__ Sim.
__ Há caçadores nesse outro planeta?
__ Não.
__ Que bom! E galinhas?
__ Também não
__ Nada é perfeito - suspirou a raposa.
Mas a raposa retornou a seu raciocínio.
__ Minha vida é monótona. Eu caço as galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens também. E isso me incomoda um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra. Os teus me chamarão para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim não vale nada. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos dourados. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará com que eu me lembre de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo... A raposa calou-se e observou por muito tempo o príncipe:
__ Por favor... cativa-me! -disse ela.
__ Eu até gostaria -disse o principezinho -, mas não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.
__ A gente só conhece bem as coisas que cativou -disse a raposa. __ Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo já pronto nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
__ O que é preciso fazer? -perguntou o pequeno príncipe.
__ É preciso ser paciente -respondeu a raposa. __ Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. E te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, cada dia, te sentarás um pouco mais perto...
No dia seguinte o príncipe voltou.
__ Teria sido melhor se voltasses à mesma hora -disse a raposa. __ Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz! Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar meu coração... É preciso que haja um ritual.
__ Que é um "ritual"? -perguntou o principezinho.
__ É uma coisa muito esquecida também -disse a raposa. __ É o que faz com que um dia seja diferente dos outros dias; uma hora, das outras horas. Os meus caçadores, por exemplo, adoram um ritual. Dançam na quinta-feira com as moças da aldeia. A quinta-feira é então o dia maravilhoso! Vou passear até à vinha. Se os caçadores dançassem em qualquer dia, os dias seriam todos iguais, e eu nunca teria férias!
Assim o pequeno príncipe cativou a raposa. Mas, quando chegou a hora da partida, a raposa disse:
__ Ah! Eu vou chorar.
__ A culpa é tua -disse o principezinho. __ Eu não queria te fazer mal; mas tu quiseste que eu te cativasse...
__ Quis -disse a raposa.
__ Mas tu vais chorar! -disse ele.
__ Vou - disse a raposa.
__ Então não terás ganho nada!
__ Terei, sim - disse a raposa __ por causa da cor do trigo.
Depois ela acrescentou:
__ Vai rever as rosas. Assim, compreenderá que a tua é a única no mundo. Tu voltarás para me dizer adeus, e eu te presentearei com um segredo.
O pequeno príncipe foi rever as rosas:
__ Vós não sois absolutamente iguais à minha rosa, vós não sois nada ainda. Ninguém ainda vos cativou, nem cativaste ninguém. Sois como era a minha raposa. Era uma raposa igual a cem mil outras. Mas eu a tornei minha amiga. Agora ela é única no mundo.
E as rosas ficaram desapontadas.
__ Sóis belas, mas vazias -continuou ele. __Não se pode morrer por vós. Um passante qualquer sem dúvida pensaria que a minha rosa se parece convosco. Ela sozinha é, porém, mas importante que todas vós, pois foi ela quem eu reguei. Foi ela quem pus sob a redoma. Foi ela quem abriguei com o pára-vento. Foi nela que eu matei as larvas (exceto duas ou três por causa das borboletas). Foi ela quem eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. Já que ela é a minha rosa.
E voltou, então, à raposa:
__ Adeus... -disse ele.
__ Adeus -disse a raposa. __ Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.
__ O essencial é invisível aos olhos -repetiu o principezinho, para não esquecer.
__ Foi o tempo que perdeste com tua rosa que a fez tão importante.
__ Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... -repetiu ele, para não esquecer.
__ Os homens esqueceram essa verdade -disse ainda a raposa. __ Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela tua rosa...
__ Eu sou responsável pela minha rosa... -repetiu o principezinho, para não esquecer.
quarta-feira, 20 de junho de 2018
ainda vivo muito com você em mim.
morre tudo. tudo que vivo, tudo que não vejo.
numa sequência sem sentido que me perdi, onde coragem foi silêncio e a vida se desenhou a esses moldes.
entendi no contato recente que seguiu melhor, que entendeu o amor enquanto eu privava o caminho que segui de me ter. estava contigo. tudo não me tinha por inteiro: vazia. sabia sem querer que o amor não era mais minha companhia, já era o amor de outro alguém muito melhor que eu - sentia isso. cavava respostas em imagens estáticas, no que via mesmo sem querer... via um novo mundo. você feliz, aberta, inteira, você de verdade amando aos gritos enquanto antes era só silêncio... e eu, sem direito algum, sofro pela diferença. por tudo que não vi você ser comigo durante tanto tempo. cheia de marcas e traumas que não me deixam seguir completa, mas quero ser completa. quero deixar a tristeza que me acompanha, que não me faz ser sincera e viver o bom que ainda tenho. entendo que não tem conserto o que perdemos. foi isso que entendi no outro dia. foi isso que ouvi e o que disse. tem reparo? me falou pra ter respeito pelo que estou vivendo... estou tentando ter a partir de agora. tratando melhor, fazendo o que você achava desde o princípio que eu era com outro alguém e nunca fui. você se deu uma chance e eu compreendi a plenitude do seu novo amor. avançar dói, mas não tem peso.
meu avanço é recente.
são as coisas que não me permito que mais doem. o que não deixo acontecer por achar que deveria ser com você. e magoei o mundo. o que espera de mim?
morre tudo. tudo que vivo, tudo que não vejo.
numa sequência sem sentido que me perdi, onde coragem foi silêncio e a vida se desenhou a esses moldes.
entendi no contato recente que seguiu melhor, que entendeu o amor enquanto eu privava o caminho que segui de me ter. estava contigo. tudo não me tinha por inteiro: vazia. sabia sem querer que o amor não era mais minha companhia, já era o amor de outro alguém muito melhor que eu - sentia isso. cavava respostas em imagens estáticas, no que via mesmo sem querer... via um novo mundo. você feliz, aberta, inteira, você de verdade amando aos gritos enquanto antes era só silêncio... e eu, sem direito algum, sofro pela diferença. por tudo que não vi você ser comigo durante tanto tempo. cheia de marcas e traumas que não me deixam seguir completa, mas quero ser completa. quero deixar a tristeza que me acompanha, que não me faz ser sincera e viver o bom que ainda tenho. entendo que não tem conserto o que perdemos. foi isso que entendi no outro dia. foi isso que ouvi e o que disse. tem reparo? me falou pra ter respeito pelo que estou vivendo... estou tentando ter a partir de agora. tratando melhor, fazendo o que você achava desde o princípio que eu era com outro alguém e nunca fui. você se deu uma chance e eu compreendi a plenitude do seu novo amor. avançar dói, mas não tem peso.
meu avanço é recente.
são as coisas que não me permito que mais doem. o que não deixo acontecer por achar que deveria ser com você. e magoei o mundo. o que espera de mim?
(Ah, nunca mais, eu sei)
Você não vai mais aparecer por aqui
Mas quero que você saiba, meu amor, te amo
Desculpa, a culpa é minha
Ainda não sou forte o suficiente pra proteger você
Tô me sentindo tão sozinho, onde tá você?
Eu penso tanto no seu rosto, eu quero te ver
As dores no meu peito deixam um infinito tão pequeno
Agora entendo por que Romeu bebeu veneno
Sussurrando minhas noias no ouvido de Vênus, ouvido de Vênus
A saudade que mais dói
É a do abraço não dado
Do eu te amo não dito
O te amo não dito
O te amo não dito, oh
A saudade que mais dói
É a do abraço não dado
E o do te amo não dito
O te amo não dito
O te amo não dito
Esses problemas são de mentira
Meus inimigos são de mentira
Só minhas lágrimas contêm verdade
Eu sou motivo da minha própria ira
Eu me engasguei com minha vaidade
E eu não aguento saber que te perdi
Não tem mais volta
Aprendiz de Cartola, eu falei com flores mortas
Tô conquistando o mundo
Mas toda conquista tem um sabor de derrota
Eu tô em minha casa, me sinto sozinho
Eu sou um estranho no ninho
Escravo do que sinto
O amor não faz nenhum sentido
Eu tô em minha casa, me sinto sozinho
Eu sou um estranho no ninho
Escravo do que sinto
O amor não faz nenhum sentido
Isso parece um pesadelo
Eu só queria te tocar
E sentir seu cheiro
Isso parece um pesadelo
Eu só queria te tocar
E sentir seu cheiro
Isso parece um pesadelo
Eu só queria te tocar
E sentir seu cheiro
Eu só queria te tocar
E sentir seu cheiro
Eu só queria te tocar
E sentir seu cheiro
A saudade que mais dói
É a do abraço não dado
E do te amo não dito
O te amo não dito
O te amo não dito
A saudade que mais dói
É a do abraço não dado
E do te amo não dito
O te amo não dito
O te amo não dito
Você não vai mais aparecer por aqui
Mas quero que você saiba, meu amor, te amo
Desculpa, a culpa é minha
Ainda não sou forte o suficiente pra proteger você
Tô me sentindo tão sozinho, onde tá você?
Eu penso tanto no seu rosto, eu quero te ver
As dores no meu peito deixam um infinito tão pequeno
Agora entendo por que Romeu bebeu veneno
Sussurrando minhas noias no ouvido de Vênus, ouvido de Vênus
A saudade que mais dói
É a do abraço não dado
Do eu te amo não dito
O te amo não dito
O te amo não dito, oh
A saudade que mais dói
É a do abraço não dado
E o do te amo não dito
O te amo não dito
O te amo não dito
Esses problemas são de mentira
Meus inimigos são de mentira
Só minhas lágrimas contêm verdade
Eu sou motivo da minha própria ira
Eu me engasguei com minha vaidade
E eu não aguento saber que te perdi
Não tem mais volta
Aprendiz de Cartola, eu falei com flores mortas
Tô conquistando o mundo
Mas toda conquista tem um sabor de derrota
Eu tô em minha casa, me sinto sozinho
Eu sou um estranho no ninho
Escravo do que sinto
O amor não faz nenhum sentido
Eu tô em minha casa, me sinto sozinho
Eu sou um estranho no ninho
Escravo do que sinto
O amor não faz nenhum sentido
Isso parece um pesadelo
Eu só queria te tocar
E sentir seu cheiro
Isso parece um pesadelo
Eu só queria te tocar
E sentir seu cheiro
Isso parece um pesadelo
Eu só queria te tocar
E sentir seu cheiro
Eu só queria te tocar
E sentir seu cheiro
Eu só queria te tocar
E sentir seu cheiro
A saudade que mais dói
É a do abraço não dado
E do te amo não dito
O te amo não dito
O te amo não dito
A saudade que mais dói
É a do abraço não dado
E do te amo não dito
O te amo não dito
O te amo não dito
sábado, 16 de junho de 2018
nada pra mim.
eu sei que nem o silêncio é pra mim.
não há mensagens decodificadas, escondidas.
nada é enquanto tudo for outra coisa.
não há mensagens decodificadas, escondidas.
nada é enquanto tudo for outra coisa.
quinta-feira, 14 de junho de 2018
domingo, 10 de junho de 2018
emergir
Estou no mar
há ausências
e por um segundo, tudo bem.
Estou em alto-mar com saudade de casa.
Sem embarcações nem faróis.
Ar nos pulmões em apneia.
Inspira, respira, expira.
Meu corpo flutua.
Estou no mar.
Sou leve e há peso.
A densidade me faz emergir
Volto para a praia
Sinto a areia nos meus pés.
As ondas seguem seu fluxo e ritmo.
Eu só ouço e nada falo
E só esboço um sorriso
ao ver você chegar.
Volta...
há ausências
e por um segundo, tudo bem.
Estou em alto-mar com saudade de casa.
Sem embarcações nem faróis.
Ar nos pulmões em apneia.
Inspira, respira, expira.
Meu corpo flutua.
Estou no mar.
Sou leve e há peso.
A densidade me faz emergir
Volto para a praia
Sinto a areia nos meus pés.
As ondas seguem seu fluxo e ritmo.
Eu só ouço e nada falo
E só esboço um sorriso
ao ver você chegar.
Volta...
sábado, 9 de junho de 2018
quinta-feira, 7 de junho de 2018
metade do medo
Eu tenho metade do medo (do mundo)
inteira só de desejo que não alcanço
Uma vida que não encontro
Uma vida que repito
Repito. Repito vivo enquanto morto.
As fissuras na pele, as linhas de passado...
O medo do mundo está aqui dentro.
Corre em mim.
segunda-feira, 4 de junho de 2018
É.
Ainda há tanto ou não, mas há. Deixo aquele tamanho, fica nada e sobra tudo. Nessa corda bamba entre vazio e cheio. Mergulho no silêncio, onde escuto tudo e não digo nada. A minha voz ecoa num passado futurista, onde tudo se passou, passou nós também.
Tem um tempo que perdi a direção. Sem esse lugar que nem era nosso, apenas quis e não fui. Nem foi. Mas eu me acho. Tenho que me achar por ai.
quarta-feira, 30 de maio de 2018
Caio Padro
Roteirista
Não complica
Capricha o céu pra nós
Escreve um bom final pra nós.
Roteirista
É primavera
Edite a solidão
Com um belo flerte no refrão.
Ei você
Que brilha na escuridão.
Perdido na confusão
Baila comigo essa canção
Vem cá
Me dê a mão
Me conta essa aflição que te alucina.
Vem
Me dê a mão
Encosta a sua urgência na cadência.
Roteirista
Sinta o clima
Agora aqui nós três
Nós dois, você daí vai ver
Roteirista
Colabora
Não faz suspense não
Coloque um beijo no refrão
Ei você
Que brilha na escuridão
Perdido na confusão
Baila comigo essa canção.
Roteirista
Não complica
Capricha o céu pra nós
Escreve um bom final pra nós.
Não complica
Capricha o céu pra nós
Escreve um bom final pra nós.
Roteirista
É primavera
Edite a solidão
Com um belo flerte no refrão.
Ei você
Que brilha na escuridão.
Perdido na confusão
Baila comigo essa canção
Vem cá
Me dê a mão
Me conta essa aflição que te alucina.
Vem
Me dê a mão
Encosta a sua urgência na cadência.
Roteirista
Sinta o clima
Agora aqui nós três
Nós dois, você daí vai ver
Roteirista
Colabora
Não faz suspense não
Coloque um beijo no refrão
Ei você
Que brilha na escuridão
Perdido na confusão
Baila comigo essa canção.
Roteirista
Não complica
Capricha o céu pra nós
Escreve um bom final pra nós.
terça-feira, 29 de maio de 2018
sábado, 26 de maio de 2018
Ontem.
Ontem das falas, ontem de
tudo.
Hoje é do silêncio.
Silêncio sem nome sem
endereço.
Silêncio na raiz do segredo,
do nada e
de tudo.
Ontem e hoje. Não há mais
nada.
É só livusia desavisada que
vem e volta
Em outra geografia.
Lentamente rápido, rapidamente
devagar.
Aos segundos, em cada molécula
e átomo,
uma explosão entre palavras e
rabiscos.
Eu insisto, desisto. E desistir foi novo. Não há espera.
Não entendo palíndromos,
formas sem formatos.
Formatação de fronteira em ruas distante da sua casa.
Eu sou miragem.
sexta-feira, 18 de maio de 2018
outro ontem.
Não estou escrevendo para você. Ou talvez esteja e nego. Escrevo pra entender o que vivi por tanto tempo. Minhas dores, minhas inseguranças, meu passado, meu vazio. Sim, escrevo sobre 'eu', mas um 'eu' carregado de você. Das coisas que senti e deixei de ser depois de você. É complicado. No fim, foi mais uma lição distorcida de realidade, uma peça pregada, uma vontade de não errar e nem cometer os mesmo erros que outrora eram seus. Eu sofri muito e se escrevo agora é porque ainda sofro pelas marcas que tudo me causou. Como é difícil perdoar, como é difícil se perdoar.
Toda cura transmuta em silêncio.
Eu não sou real. Não mais. Caminho com pernas que não são minhas, digito com dedos que não são mais meus. Sou miragem de uma pessoa que sinto saudade: eu. Um eu quando vivia de amores por você. Eu me via em você. Eu vivia em você. Talvez esse tenha sido meu erro, de ser tão você que não aprendi a me 'ser'. Dói. Porque eu não te tinha e vivia nessa ilusão que insistia que não me deu... amei sofrendo, amei na dor, amei no ciúme, amei na insegurança, amei escondido, calei amor, chorei amor no silêncio, sufocada.
Quando pude, errei tudo. Desde o começo.
Toda cura transmuta em silêncio.
segunda-feira, 14 de maio de 2018
sexta-feira, 4 de maio de 2018
coisas que nunca te disse
"Tudo pode acontecer, certo?
Qualquer coisa.
Você pode amar tanto uma pessoa
que tão somente o medo de perdê-la
faz com que você arruíne tudo
e acabe perdendo-a de qualquer jeito.
Você pode acordar ao lado de alguém
a quem não havia imaginado conhecer
algumas horas antes, e olhe pra você agora...
É como se alguém te presenteasse com um
desses quebra-cabeças com peças de um quadro
de Magritte, ou uma foto de alguns pôneis,
ou das cataratas do Niágara e eles parecem
ter sentido, mas não têm"
quote "Coisas que nunca te disse", Isabel Coixet.
eu sei.
Qualquer coisa.
Você pode amar tanto uma pessoa
que tão somente o medo de perdê-la
faz com que você arruíne tudo
e acabe perdendo-a de qualquer jeito.
Você pode acordar ao lado de alguém
a quem não havia imaginado conhecer
algumas horas antes, e olhe pra você agora...
É como se alguém te presenteasse com um
desses quebra-cabeças com peças de um quadro
de Magritte, ou uma foto de alguns pôneis,
ou das cataratas do Niágara e eles parecem
ter sentido, mas não têm"
quote "Coisas que nunca te disse", Isabel Coixet.
eu sei.
quinta-feira, 3 de maio de 2018
Todos os Paulos do Mundo
"Eu me sinto sendo filmado"
- Que noite!, a frase que mais ouço.
ontem, assim como em qualquer outro dia, pensei em minha vida de outro jeito. em como esses momentos seriam moldados de outras formas, outros sons. é um tempo novo, eu sei. as mudanças já me acompanham faz tempo. mas eu lembro. lembro até do futuro. e no futuro tinha tudo isso e além.
- Que noite!, a frase que mais ouço.
ontem, assim como em qualquer outro dia, pensei em minha vida de outro jeito. em como esses momentos seriam moldados de outras formas, outros sons. é um tempo novo, eu sei. as mudanças já me acompanham faz tempo. mas eu lembro. lembro até do futuro. e no futuro tinha tudo isso e além.
quinta-feira, 19 de abril de 2018
uma certeza...
para o seu olhar:
eu nunca mais apareço.
tranquilamente. sou uma livusia sem aparições fantasmagóricas.
eu nunca mais apareço.
tranquilamente. sou uma livusia sem aparições fantasmagóricas.
quarta-feira, 11 de abril de 2018
mimb
02:10. Estou com insônia e acordo já já para pegar a estrada de Punta del Diablo para Colonia del Sacramento. Serão umas 6h de viagem. Hoje foi abertura da Mostra do Senhorito, eu sei que estava lá. Sei que não faltaria. Confesso que cogitei em ir, confesso também que tenho medo de te encontrar. Minha melhor opção foi continuar por mais tempo em uma viagem que inicialmente era só a trabalho, depois se tornou algo maior. Mesmo sem presença, na mostra, te juro que estava lá e te vi feliz, mesmo que na minha visão você tenha pensado em mim e não seja verdade. Eu estou mais saudosista nessa data, não por nada em especial, mas foi esse cara que sem querer uniu a gente, no mínimo a matéria dele. Lembra quando eu tinha ciúme dele? Hahahaha
Show de Luedji... foi a música de Luedji, que talvez agora tenha outra significado pra você com outro alguém, que te mandei quando ainda era uma gravação sem tantos arranjos. "Caso esteja por vim..." num domingo... era o meu maior desejo, ser seu domingo. Confesso que essa música para mim, assim como "Asas" em uma gravação caseira, nunca será de outra pessoa. E tudo bem se pra você já tenha outro nome, um soneto Shakesperiano. Canções são coisas minhas, não suas... ou talvez agora sejam mais suas. Espero que sim... desejo todas as canções para você. Em meu silêncio, sinto sua falta todos os dias, de minha melhor amiga, do amor da minha vida. Em meu silêncio, quando sinto saudade eu fecho os olhos, te imagino sorrindo e me chamando "Rol"... passa um trailer de tudo. Em segundos, vejo tudo. Eu te chamo pra 'Narrativas audiovisuais', ouço meu coração acelerar quando você chegou na sala e eu achava que não viria (o melhor dia do mundo era quarta), te vejo na escada tomando um milk shake de leite ninho, vejo a gente no carro em vez da sala de aula... "Talvez Futuro" e os ímãs nas mãos escondidas que se tocavam com tanta vontade. Eu não sei se notou na época qud quando pensei "Talvez Futuro" era sobre a gente. Tudo que fiz foi sobre nós, pelos nossos 'talvez'. É esse talvez que hoje me acalma, nessa data, mesmo ele não sendo mais meu. Mesmo que o dia de hoje não seja mais para mim e eu nem faça parte dessa história... mas tudo bem, logo estarei na estrada. Passarei pelos campos de trigo. Será um bom dia, mas nunca é só bom dia. Boa noite, .
Show de Luedji... foi a música de Luedji, que talvez agora tenha outra significado pra você com outro alguém, que te mandei quando ainda era uma gravação sem tantos arranjos. "Caso esteja por vim..." num domingo... era o meu maior desejo, ser seu domingo. Confesso que essa música para mim, assim como "Asas" em uma gravação caseira, nunca será de outra pessoa. E tudo bem se pra você já tenha outro nome, um soneto Shakesperiano. Canções são coisas minhas, não suas... ou talvez agora sejam mais suas. Espero que sim... desejo todas as canções para você. Em meu silêncio, sinto sua falta todos os dias, de minha melhor amiga, do amor da minha vida. Em meu silêncio, quando sinto saudade eu fecho os olhos, te imagino sorrindo e me chamando "Rol"... passa um trailer de tudo. Em segundos, vejo tudo. Eu te chamo pra 'Narrativas audiovisuais', ouço meu coração acelerar quando você chegou na sala e eu achava que não viria (o melhor dia do mundo era quarta), te vejo na escada tomando um milk shake de leite ninho, vejo a gente no carro em vez da sala de aula... "Talvez Futuro" e os ímãs nas mãos escondidas que se tocavam com tanta vontade. Eu não sei se notou na época qud quando pensei "Talvez Futuro" era sobre a gente. Tudo que fiz foi sobre nós, pelos nossos 'talvez'. É esse talvez que hoje me acalma, nessa data, mesmo ele não sendo mais meu. Mesmo que o dia de hoje não seja mais para mim e eu nem faça parte dessa história... mas tudo bem, logo estarei na estrada. Passarei pelos campos de trigo. Será um bom dia, mas nunca é só bom dia. Boa noite, .
domingo, 8 de abril de 2018
Memórias do inevitável ou de um pequeno
"Acontece nas manhãs
Que eu não vejo seu caminho Acontece nos caminhos em que ando só Sopro as nuvens que escondem As estrelas de guiar..."
Era um caminho de trigo. Uma plantação dourada por onde acelerava. Imediatamente, aviso que irei parar o carro. Respiro. Já sentiu o cheiro de uma plantação de trigo? Eu também não até aquele instante, mesmo assim reconheci o cheiro e as sensações invadiram o meu silêncio. Como reação, fotografo, pois foi a forma que encontrei de lembrar do que não falo nem para mim mesmo - sobre minha saudade e amor.
No entanto, qualquer estrada que eu ande, qualquer novo lugar que eu conheço, você é a única pessoa que eu penso de verdade, que imagino ao meu lado. Falta você em tudo, em cada passo. Falta você em nossos planos, no meu caminho... Por tudo que primeiro eu quis conhecer ao seu lado (o mundo e o futuro) e depois você quis junto. Não estamos na mesma estrada. Não nos conhecemos mais de tão passado que somos. Eu queria o futuro. Ainda quero. E queria que soubesse que penso em você em todo canto, no agora. Conscientemente, involuntariamente, persistentemente e mesmo assim negarei até o fim, mas eu...
...você...
...nós...
...o mundo...
...você sabe, mesmo sem saber.
"Mesmo com todas as coisas esquecidas entre nós..." os trigos me fizeram chorar. Senti você. Eu não te esqueço.
Que eu não vejo seu caminho Acontece nos caminhos em que ando só Sopro as nuvens que escondem As estrelas de guiar..."
Era um caminho de trigo. Uma plantação dourada por onde acelerava. Imediatamente, aviso que irei parar o carro. Respiro. Já sentiu o cheiro de uma plantação de trigo? Eu também não até aquele instante, mesmo assim reconheci o cheiro e as sensações invadiram o meu silêncio. Como reação, fotografo, pois foi a forma que encontrei de lembrar do que não falo nem para mim mesmo - sobre minha saudade e amor.
No entanto, qualquer estrada que eu ande, qualquer novo lugar que eu conheço, você é a única pessoa que eu penso de verdade, que imagino ao meu lado. Falta você em tudo, em cada passo. Falta você em nossos planos, no meu caminho... Por tudo que primeiro eu quis conhecer ao seu lado (o mundo e o futuro) e depois você quis junto. Não estamos na mesma estrada. Não nos conhecemos mais de tão passado que somos. Eu queria o futuro. Ainda quero. E queria que soubesse que penso em você em todo canto, no agora. Conscientemente, involuntariamente, persistentemente e mesmo assim negarei até o fim, mas eu...
...você...
...nós...
...o mundo...
...você sabe, mesmo sem saber.
"Mesmo com todas as coisas esquecidas entre nós..." os trigos me fizeram chorar. Senti você. Eu não te esqueço.
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