segunda-feira, 23 de abril de 2012

poema do seu nome.

No meio de tudo,
eu só te vejo...
Perto, longe,
pouco importa.

Te enxergo com a alma
de quem senti o que sinto.

Sentir amor em cada pedaço
esquecer descasos.

E viver nos teus beijos
é de certo a sensação
de ser dono do mundo
e não desejar outro reinado,
a não ser o teu abraço.

(Carol Aó)

domingo, 22 de abril de 2012

uma nota.

sentido volta...
esquece o que importa,
canta besteiras
que não calam
nem por um instante.

E eu vejo a sede dos lábios
das novelas que não
representam uma vida.


Houve notas
que não diziam nada
e sonhos que mudaram de dono.

(Carol Aó)

silencio.

...

silenciosa.

como a lua que não aparece em minha janela.


(post acidentalmente deletado do dia 20 de feveiro de 2012; recuperei)