domingo, 27 de julho de 2014

Tão tão

Eu leio os livros. Ouço as histórias, as músicas...
Vejo aquele filme e penso que tudo poderia ser vivido pela gente.
Tudo é tão nós, que até esqueço do era.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

meu relógio.

às vezes só é assim: eu sinto saudade e pronto. sem lógica, explicação comum... é sentimento torto que enquanto se ausenta vagueia pelo meu peito.

terça-feira, 1 de julho de 2014

caderno #13


"Quantos amores infinitos foram vividos pela metade?

Amor ao meio.

Era a primeira vez que sentia a sensação de eternidade.
Seus braços ms acolhiam, me levavam para um lugar seguro.
Não havia promessas. Talvez alguns devaneios futuros."

2012.


caderno #12

sorvete de flocos.
irresistível.

2012.

caderno #11

"Salvem as baleias albinas do carvão escuro..."

2012.

caderno #10

"Comecei a temer as noites.
Antes era guarita para os meus sonhos e pensamento.
Agora só lembro que a noite vem e você não vem junto."

2012.



caderno #9

de Cymera
"Tardiamente, você quer me levar.
Meu coração não entende mais."

2012.

caderno #8


"- AGORA! - gritava o peito.
Saudade crescia da agonia de um coração que não mais cabia tanto sentimento."

2012.

cadernos #7

"Passando pelas ruas do Rio, chego a uma conclusão: o amor não vem pra todos.

Observar é um ato cotidiano e nele é possível se deslumbrar com tudo, inclusive amores que desconheço.

Entre as linhas que cortam a cidade, reforma formas e uma necessidade tão forte quanto o agora: correr as ruas, seguir caminho; qualquer desfecho transcendental que me faça esquecer."

2012.

no caderno #6

"Doce seria o teu amor na minha boca."

2012.