só queria não pensar.
olhar ao meu redor e vê que está tudo bem, mas existe um lado silenciado.
E ele grita. Grita até ninguém ouvir.
O eco é a única resposta e nele há um nada desenfreado.
Ninguém segura o silêncio.
sexta-feira, 27 de julho de 2018
segunda-feira, 16 de julho de 2018
domingo, 15 de julho de 2018
sexta-feira, 13 de julho de 2018
em um longo caminho. aquele que não te vejo... te imagino em seu lugar. vivendo a vida que deixei. fecho os olhos e caminho no espaço aberto. às vezes dou sorte de estar perto do mar, mas não moro mais perto.
horizonte cinza e concreto. uma linha não azul, num céu distante. vivo nesse limbo, numa fronteira que levantei... atravessar é um delírio.
moro à deriva.
horizonte cinza e concreto. uma linha não azul, num céu distante. vivo nesse limbo, numa fronteira que levantei... atravessar é um delírio.
moro à deriva.
quarta-feira, 11 de julho de 2018
terça-feira, 10 de julho de 2018
desobediência.
a primeira.
Whenever I'm alone with you
You make me feel like I am home again
Whenever I'm alone with you
You make me feel like I am whole again
You make me feel like I am home again
Whenever I'm alone with you
You make me feel like I am whole again
Whenever I'm alone with you
You make me feel like I am young again
Whenever I'm alone with you
You make me feel like I am fun again
You make me feel like I am young again
Whenever I'm alone with you
You make me feel like I am fun again
However far away
I will always love you
I will always love you
However long I stay
I will always love you
Whatever words I say
I will always love you
I will always love you
I will always love you
Whatever words I say
I will always love you
I will always love you
segunda-feira, 9 de julho de 2018
já não sei quantas vezes disse aqui que não lembro dos meus sonhos. é um ato raro.
hoje acordei de um. havia nós em um rumo, em uma escolha caduca. conversavamos sobre futuro e como seguir. ainda no meu talvez, nessa incansável sensação de não ter certeza, vejo desejo da alma no onírico. mas é onde deve ficar.
já não ouço nada. nem mais a minha alma.
hoje acordei de um. havia nós em um rumo, em uma escolha caduca. conversavamos sobre futuro e como seguir. ainda no meu talvez, nessa incansável sensação de não ter certeza, vejo desejo da alma no onírico. mas é onde deve ficar.
já não ouço nada. nem mais a minha alma.
quinta-feira, 5 de julho de 2018
quarta-feira, 4 de julho de 2018
segunda-feira, 2 de julho de 2018
existe uma profunda tristeza pela ausência de som.
riso ou choro, eu sinto quebrando em milhões o meu último sorriso que rasgou o céu em camadas tortas na superfície em que não te vejo.
lamento... como reparar o que não tem jeito?
como silenciar todo esse grito?
me sinto tão perdida em meio a tanto acerto.
quem sou eu nesse percurso? onde está você que não é nossa morada. e eu também não sou.
A não história de nós.
riso ou choro, eu sinto quebrando em milhões o meu último sorriso que rasgou o céu em camadas tortas na superfície em que não te vejo.
lamento... como reparar o que não tem jeito?
como silenciar todo esse grito?
me sinto tão perdida em meio a tanto acerto.
quem sou eu nesse percurso? onde está você que não é nossa morada. e eu também não sou.
A não história de nós.
domingo, 1 de julho de 2018
Subscrever:
Mensagens (Atom)