seguir, seguir. fingindo que nada ouvi.
segunda-feira, 25 de junho de 2018
Love me love me love me
Say you do
Let me fly away
with you
For my love is like
the wind
And wild is the wind
Give me more
than one caress
Satisfy this
hungriness
Let the wind
blow through your heart
For wild is the wind
You...
touch me...
I hear the sound
of mandolins
You...
kiss me...
With your kiss
my life begins
You're spring to me
All things
to me
Don't you know you're
life itself
Like a leaf clings
to a tree
Oh my darling,
cling to me
For we're creatures
of the wind
And wild is the wind
So wild is the wind
Wild is the wind
Wild is the wind
Say you do
Let me fly away
with you
For my love is like
the wind
And wild is the wind
Give me more
than one caress
Satisfy this
hungriness
Let the wind
blow through your heart
For wild is the wind
You...
touch me...
I hear the sound
of mandolins
You...
kiss me...
With your kiss
my life begins
You're spring to me
All things
to me
Don't you know you're
life itself
Like a leaf clings
to a tree
Oh my darling,
cling to me
For we're creatures
of the wind
And wild is the wind
So wild is the wind
Wild is the wind
Wild is the wind
domingo, 24 de junho de 2018
sábado, 23 de junho de 2018
trigo.
E foi então que apareceu a raposa.
__ Bom dia - disse a raposa.
__ Bom dia - respondeu educadamente o pequeno príncipe, que , olhando a sua volta, nada viu.
__ Eu estou aqui - disse a voz, debaixo da macieira...
__ Quem és tu? - perguntou o principezinho. __ Tu es bem bonita...
__ Sou uma raposa - disse a raposa.
__ Vem brincar comigo - propôs ele. __ Estou tão triste...
__ Eu não posso brincar contigo - disse a raposa. __ Não me cativaram ainda.
__ Ah! desculpa - disse o principezinho.
Mas após refletir, acrescentou:
__ O que quer dizer "cativar"?
__ Tu não és daqui - disse a raposa. __ Que procuras?
__ Procuro homens - disse o pequeno príncipe. __ Que quer dizer "cativar"?
__ Os homens - disse a raposa - têm fuzis e caçam. É assustador! Criam galinhas também. É a única coisa que fazem de interessante. Tu procuras galinhas?
__ Não - disse o príncipe. __ Eu procuro amigos. __ Que quer dizer "cativar"?
__ É algo quase sempre esquecido - disse a raposa. __ Significa "criar laços"...
__ Criar laços?
__ Exatamente - disse a raposa. __ Tu não és nada para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E Não tenho necessidade de ti. E tu também não tem necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. Eu serei para ti única no mundo...
__ Começo a compreender - disse o pequeno príncipe. __ Existe uma flôr... eu creio que ela me cativou...
__ É possível - disse a raposa. __ Vê-se tanta coisa na Terra...
__ Oh! não foi na Terra - disse o principezinho.
A raposa pareceu intrigada:
__ Num outro planeta?
__ Sim.
__ Há caçadores nesse outro planeta?
__ Não.
__ Que bom! E galinhas?
__ Também não
__ Nada é perfeito - suspirou a raposa.
Mas a raposa retornou a seu raciocínio.
__ Minha vida é monótona. Eu caço as galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens também. E isso me incomoda um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra. Os teus me chamarão para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim não vale nada. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos dourados. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará com que eu me lembre de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo... A raposa calou-se e observou por muito tempo o príncipe:
__ Por favor... cativa-me! -disse ela.
__ Eu até gostaria -disse o principezinho -, mas não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.
__ A gente só conhece bem as coisas que cativou -disse a raposa. __ Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo já pronto nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
__ O que é preciso fazer? -perguntou o pequeno príncipe.
__ É preciso ser paciente -respondeu a raposa. __ Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. E te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, cada dia, te sentarás um pouco mais perto...
No dia seguinte o príncipe voltou.
__ Teria sido melhor se voltasses à mesma hora -disse a raposa. __ Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz! Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar meu coração... É preciso que haja um ritual.
__ Que é um "ritual"? -perguntou o principezinho.
__ É uma coisa muito esquecida também -disse a raposa. __ É o que faz com que um dia seja diferente dos outros dias; uma hora, das outras horas. Os meus caçadores, por exemplo, adoram um ritual. Dançam na quinta-feira com as moças da aldeia. A quinta-feira é então o dia maravilhoso! Vou passear até à vinha. Se os caçadores dançassem em qualquer dia, os dias seriam todos iguais, e eu nunca teria férias!
Assim o pequeno príncipe cativou a raposa. Mas, quando chegou a hora da partida, a raposa disse:
__ Ah! Eu vou chorar.
__ A culpa é tua -disse o principezinho. __ Eu não queria te fazer mal; mas tu quiseste que eu te cativasse...
__ Quis -disse a raposa.
__ Mas tu vais chorar! -disse ele.
__ Vou - disse a raposa.
__ Então não terás ganho nada!
__ Terei, sim - disse a raposa __ por causa da cor do trigo.
Depois ela acrescentou:
__ Vai rever as rosas. Assim, compreenderá que a tua é a única no mundo. Tu voltarás para me dizer adeus, e eu te presentearei com um segredo.
O pequeno príncipe foi rever as rosas:
__ Vós não sois absolutamente iguais à minha rosa, vós não sois nada ainda. Ninguém ainda vos cativou, nem cativaste ninguém. Sois como era a minha raposa. Era uma raposa igual a cem mil outras. Mas eu a tornei minha amiga. Agora ela é única no mundo.
E as rosas ficaram desapontadas.
__ Sóis belas, mas vazias -continuou ele. __Não se pode morrer por vós. Um passante qualquer sem dúvida pensaria que a minha rosa se parece convosco. Ela sozinha é, porém, mas importante que todas vós, pois foi ela quem eu reguei. Foi ela quem pus sob a redoma. Foi ela quem abriguei com o pára-vento. Foi nela que eu matei as larvas (exceto duas ou três por causa das borboletas). Foi ela quem eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. Já que ela é a minha rosa.
E voltou, então, à raposa:
__ Adeus... -disse ele.
__ Adeus -disse a raposa. __ Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.
__ O essencial é invisível aos olhos -repetiu o principezinho, para não esquecer.
__ Foi o tempo que perdeste com tua rosa que a fez tão importante.
__ Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... -repetiu ele, para não esquecer.
__ Os homens esqueceram essa verdade -disse ainda a raposa. __ Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela tua rosa...
__ Eu sou responsável pela minha rosa... -repetiu o principezinho, para não esquecer.
__ Bom dia - disse a raposa.
__ Bom dia - respondeu educadamente o pequeno príncipe, que , olhando a sua volta, nada viu.
__ Eu estou aqui - disse a voz, debaixo da macieira...
__ Quem és tu? - perguntou o principezinho. __ Tu es bem bonita...
__ Sou uma raposa - disse a raposa.
__ Vem brincar comigo - propôs ele. __ Estou tão triste...
__ Eu não posso brincar contigo - disse a raposa. __ Não me cativaram ainda.
__ Ah! desculpa - disse o principezinho.
Mas após refletir, acrescentou:
__ O que quer dizer "cativar"?
__ Tu não és daqui - disse a raposa. __ Que procuras?
__ Procuro homens - disse o pequeno príncipe. __ Que quer dizer "cativar"?
__ Os homens - disse a raposa - têm fuzis e caçam. É assustador! Criam galinhas também. É a única coisa que fazem de interessante. Tu procuras galinhas?
__ Não - disse o príncipe. __ Eu procuro amigos. __ Que quer dizer "cativar"?
__ É algo quase sempre esquecido - disse a raposa. __ Significa "criar laços"...
__ Criar laços?
__ Exatamente - disse a raposa. __ Tu não és nada para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E Não tenho necessidade de ti. E tu também não tem necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. Eu serei para ti única no mundo...
__ Começo a compreender - disse o pequeno príncipe. __ Existe uma flôr... eu creio que ela me cativou...
__ É possível - disse a raposa. __ Vê-se tanta coisa na Terra...
__ Oh! não foi na Terra - disse o principezinho.
A raposa pareceu intrigada:
__ Num outro planeta?
__ Sim.
__ Há caçadores nesse outro planeta?
__ Não.
__ Que bom! E galinhas?
__ Também não
__ Nada é perfeito - suspirou a raposa.
Mas a raposa retornou a seu raciocínio.
__ Minha vida é monótona. Eu caço as galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens também. E isso me incomoda um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra. Os teus me chamarão para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim não vale nada. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos dourados. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará com que eu me lembre de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo... A raposa calou-se e observou por muito tempo o príncipe:
__ Por favor... cativa-me! -disse ela.
__ Eu até gostaria -disse o principezinho -, mas não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.
__ A gente só conhece bem as coisas que cativou -disse a raposa. __ Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo já pronto nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
__ O que é preciso fazer? -perguntou o pequeno príncipe.
__ É preciso ser paciente -respondeu a raposa. __ Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. E te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, cada dia, te sentarás um pouco mais perto...
No dia seguinte o príncipe voltou.
__ Teria sido melhor se voltasses à mesma hora -disse a raposa. __ Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz! Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar meu coração... É preciso que haja um ritual.
__ Que é um "ritual"? -perguntou o principezinho.
__ É uma coisa muito esquecida também -disse a raposa. __ É o que faz com que um dia seja diferente dos outros dias; uma hora, das outras horas. Os meus caçadores, por exemplo, adoram um ritual. Dançam na quinta-feira com as moças da aldeia. A quinta-feira é então o dia maravilhoso! Vou passear até à vinha. Se os caçadores dançassem em qualquer dia, os dias seriam todos iguais, e eu nunca teria férias!
Assim o pequeno príncipe cativou a raposa. Mas, quando chegou a hora da partida, a raposa disse:
__ Ah! Eu vou chorar.
__ A culpa é tua -disse o principezinho. __ Eu não queria te fazer mal; mas tu quiseste que eu te cativasse...
__ Quis -disse a raposa.
__ Mas tu vais chorar! -disse ele.
__ Vou - disse a raposa.
__ Então não terás ganho nada!
__ Terei, sim - disse a raposa __ por causa da cor do trigo.
Depois ela acrescentou:
__ Vai rever as rosas. Assim, compreenderá que a tua é a única no mundo. Tu voltarás para me dizer adeus, e eu te presentearei com um segredo.
O pequeno príncipe foi rever as rosas:
__ Vós não sois absolutamente iguais à minha rosa, vós não sois nada ainda. Ninguém ainda vos cativou, nem cativaste ninguém. Sois como era a minha raposa. Era uma raposa igual a cem mil outras. Mas eu a tornei minha amiga. Agora ela é única no mundo.
E as rosas ficaram desapontadas.
__ Sóis belas, mas vazias -continuou ele. __Não se pode morrer por vós. Um passante qualquer sem dúvida pensaria que a minha rosa se parece convosco. Ela sozinha é, porém, mas importante que todas vós, pois foi ela quem eu reguei. Foi ela quem pus sob a redoma. Foi ela quem abriguei com o pára-vento. Foi nela que eu matei as larvas (exceto duas ou três por causa das borboletas). Foi ela quem eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. Já que ela é a minha rosa.
E voltou, então, à raposa:
__ Adeus... -disse ele.
__ Adeus -disse a raposa. __ Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.
__ O essencial é invisível aos olhos -repetiu o principezinho, para não esquecer.
__ Foi o tempo que perdeste com tua rosa que a fez tão importante.
__ Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... -repetiu ele, para não esquecer.
__ Os homens esqueceram essa verdade -disse ainda a raposa. __ Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela tua rosa...
__ Eu sou responsável pela minha rosa... -repetiu o principezinho, para não esquecer.
quarta-feira, 20 de junho de 2018
ainda vivo muito com você em mim.
morre tudo. tudo que vivo, tudo que não vejo.
numa sequência sem sentido que me perdi, onde coragem foi silêncio e a vida se desenhou a esses moldes.
entendi no contato recente que seguiu melhor, que entendeu o amor enquanto eu privava o caminho que segui de me ter. estava contigo. tudo não me tinha por inteiro: vazia. sabia sem querer que o amor não era mais minha companhia, já era o amor de outro alguém muito melhor que eu - sentia isso. cavava respostas em imagens estáticas, no que via mesmo sem querer... via um novo mundo. você feliz, aberta, inteira, você de verdade amando aos gritos enquanto antes era só silêncio... e eu, sem direito algum, sofro pela diferença. por tudo que não vi você ser comigo durante tanto tempo. cheia de marcas e traumas que não me deixam seguir completa, mas quero ser completa. quero deixar a tristeza que me acompanha, que não me faz ser sincera e viver o bom que ainda tenho. entendo que não tem conserto o que perdemos. foi isso que entendi no outro dia. foi isso que ouvi e o que disse. tem reparo? me falou pra ter respeito pelo que estou vivendo... estou tentando ter a partir de agora. tratando melhor, fazendo o que você achava desde o princípio que eu era com outro alguém e nunca fui. você se deu uma chance e eu compreendi a plenitude do seu novo amor. avançar dói, mas não tem peso.
meu avanço é recente.
são as coisas que não me permito que mais doem. o que não deixo acontecer por achar que deveria ser com você. e magoei o mundo. o que espera de mim?
morre tudo. tudo que vivo, tudo que não vejo.
numa sequência sem sentido que me perdi, onde coragem foi silêncio e a vida se desenhou a esses moldes.
entendi no contato recente que seguiu melhor, que entendeu o amor enquanto eu privava o caminho que segui de me ter. estava contigo. tudo não me tinha por inteiro: vazia. sabia sem querer que o amor não era mais minha companhia, já era o amor de outro alguém muito melhor que eu - sentia isso. cavava respostas em imagens estáticas, no que via mesmo sem querer... via um novo mundo. você feliz, aberta, inteira, você de verdade amando aos gritos enquanto antes era só silêncio... e eu, sem direito algum, sofro pela diferença. por tudo que não vi você ser comigo durante tanto tempo. cheia de marcas e traumas que não me deixam seguir completa, mas quero ser completa. quero deixar a tristeza que me acompanha, que não me faz ser sincera e viver o bom que ainda tenho. entendo que não tem conserto o que perdemos. foi isso que entendi no outro dia. foi isso que ouvi e o que disse. tem reparo? me falou pra ter respeito pelo que estou vivendo... estou tentando ter a partir de agora. tratando melhor, fazendo o que você achava desde o princípio que eu era com outro alguém e nunca fui. você se deu uma chance e eu compreendi a plenitude do seu novo amor. avançar dói, mas não tem peso.
meu avanço é recente.
são as coisas que não me permito que mais doem. o que não deixo acontecer por achar que deveria ser com você. e magoei o mundo. o que espera de mim?
(Ah, nunca mais, eu sei)
Você não vai mais aparecer por aqui
Mas quero que você saiba, meu amor, te amo
Desculpa, a culpa é minha
Ainda não sou forte o suficiente pra proteger você
Tô me sentindo tão sozinho, onde tá você?
Eu penso tanto no seu rosto, eu quero te ver
As dores no meu peito deixam um infinito tão pequeno
Agora entendo por que Romeu bebeu veneno
Sussurrando minhas noias no ouvido de Vênus, ouvido de Vênus
A saudade que mais dói
É a do abraço não dado
Do eu te amo não dito
O te amo não dito
O te amo não dito, oh
A saudade que mais dói
É a do abraço não dado
E o do te amo não dito
O te amo não dito
O te amo não dito
Esses problemas são de mentira
Meus inimigos são de mentira
Só minhas lágrimas contêm verdade
Eu sou motivo da minha própria ira
Eu me engasguei com minha vaidade
E eu não aguento saber que te perdi
Não tem mais volta
Aprendiz de Cartola, eu falei com flores mortas
Tô conquistando o mundo
Mas toda conquista tem um sabor de derrota
Eu tô em minha casa, me sinto sozinho
Eu sou um estranho no ninho
Escravo do que sinto
O amor não faz nenhum sentido
Eu tô em minha casa, me sinto sozinho
Eu sou um estranho no ninho
Escravo do que sinto
O amor não faz nenhum sentido
Isso parece um pesadelo
Eu só queria te tocar
E sentir seu cheiro
Isso parece um pesadelo
Eu só queria te tocar
E sentir seu cheiro
Isso parece um pesadelo
Eu só queria te tocar
E sentir seu cheiro
Eu só queria te tocar
E sentir seu cheiro
Eu só queria te tocar
E sentir seu cheiro
A saudade que mais dói
É a do abraço não dado
E do te amo não dito
O te amo não dito
O te amo não dito
A saudade que mais dói
É a do abraço não dado
E do te amo não dito
O te amo não dito
O te amo não dito
Você não vai mais aparecer por aqui
Mas quero que você saiba, meu amor, te amo
Desculpa, a culpa é minha
Ainda não sou forte o suficiente pra proteger você
Tô me sentindo tão sozinho, onde tá você?
Eu penso tanto no seu rosto, eu quero te ver
As dores no meu peito deixam um infinito tão pequeno
Agora entendo por que Romeu bebeu veneno
Sussurrando minhas noias no ouvido de Vênus, ouvido de Vênus
A saudade que mais dói
É a do abraço não dado
Do eu te amo não dito
O te amo não dito
O te amo não dito, oh
A saudade que mais dói
É a do abraço não dado
E o do te amo não dito
O te amo não dito
O te amo não dito
Esses problemas são de mentira
Meus inimigos são de mentira
Só minhas lágrimas contêm verdade
Eu sou motivo da minha própria ira
Eu me engasguei com minha vaidade
E eu não aguento saber que te perdi
Não tem mais volta
Aprendiz de Cartola, eu falei com flores mortas
Tô conquistando o mundo
Mas toda conquista tem um sabor de derrota
Eu tô em minha casa, me sinto sozinho
Eu sou um estranho no ninho
Escravo do que sinto
O amor não faz nenhum sentido
Eu tô em minha casa, me sinto sozinho
Eu sou um estranho no ninho
Escravo do que sinto
O amor não faz nenhum sentido
Isso parece um pesadelo
Eu só queria te tocar
E sentir seu cheiro
Isso parece um pesadelo
Eu só queria te tocar
E sentir seu cheiro
Isso parece um pesadelo
Eu só queria te tocar
E sentir seu cheiro
Eu só queria te tocar
E sentir seu cheiro
Eu só queria te tocar
E sentir seu cheiro
A saudade que mais dói
É a do abraço não dado
E do te amo não dito
O te amo não dito
O te amo não dito
A saudade que mais dói
É a do abraço não dado
E do te amo não dito
O te amo não dito
O te amo não dito
sábado, 16 de junho de 2018
nada pra mim.
eu sei que nem o silêncio é pra mim.
não há mensagens decodificadas, escondidas.
nada é enquanto tudo for outra coisa.
não há mensagens decodificadas, escondidas.
nada é enquanto tudo for outra coisa.
quinta-feira, 14 de junho de 2018
domingo, 10 de junho de 2018
emergir
Estou no mar
há ausências
e por um segundo, tudo bem.
Estou em alto-mar com saudade de casa.
Sem embarcações nem faróis.
Ar nos pulmões em apneia.
Inspira, respira, expira.
Meu corpo flutua.
Estou no mar.
Sou leve e há peso.
A densidade me faz emergir
Volto para a praia
Sinto a areia nos meus pés.
As ondas seguem seu fluxo e ritmo.
Eu só ouço e nada falo
E só esboço um sorriso
ao ver você chegar.
Volta...
há ausências
e por um segundo, tudo bem.
Estou em alto-mar com saudade de casa.
Sem embarcações nem faróis.
Ar nos pulmões em apneia.
Inspira, respira, expira.
Meu corpo flutua.
Estou no mar.
Sou leve e há peso.
A densidade me faz emergir
Volto para a praia
Sinto a areia nos meus pés.
As ondas seguem seu fluxo e ritmo.
Eu só ouço e nada falo
E só esboço um sorriso
ao ver você chegar.
Volta...
sábado, 9 de junho de 2018
quinta-feira, 7 de junho de 2018
metade do medo
Eu tenho metade do medo (do mundo)
inteira só de desejo que não alcanço
Uma vida que não encontro
Uma vida que repito
Repito. Repito vivo enquanto morto.
As fissuras na pele, as linhas de passado...
O medo do mundo está aqui dentro.
Corre em mim.
segunda-feira, 4 de junho de 2018
É.
Ainda há tanto ou não, mas há. Deixo aquele tamanho, fica nada e sobra tudo. Nessa corda bamba entre vazio e cheio. Mergulho no silêncio, onde escuto tudo e não digo nada. A minha voz ecoa num passado futurista, onde tudo se passou, passou nós também.
Tem um tempo que perdi a direção. Sem esse lugar que nem era nosso, apenas quis e não fui. Nem foi. Mas eu me acho. Tenho que me achar por ai.
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