Tenho sonhos demais pra não ter sede
Pra não querer o pão
E mudar toda vez a vida.
- Está disposto a ter novos olhos?
Perguntou a dona das maravilhas.
- A alma não pode ser pequena. – insistiu.
Podemos ser infinitos
Até quando não é pra sermos.
A gente se desenha na areia,
Molha o pé em outras marés
Brinca de viver.
Faça acontecer o que quiser,
Mas que seja forte
Pela sua grandeza de ser palavra.
Prefiro vê-lo na loucura com seus devaneios
E sendo quem é.
Eu deveria ser igual ao Borboleta.
Pode ser que eu atravesse o rio
E deixe o virtual de lado
Por querer o real também
Pois sonhar acordado
É o maior sonho que já existiu.
(Carol Aó)
1 comentário:
Acorda,levanta a uma guerra em nossa mente.
Teus poemas éuma delicia,amiga.
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