sábado, 8 de outubro de 2011

Vírgula

E qual instante não se perde quando te vejo?

Nas minhas mãos, calafrios;
mãos inquietas,
soltas,
presas pela necessidade.

Digo não a cada ato
e mergulho em uma casa sem esquina.

Eu não deveria sorrir do mesmo jeito.

Mas tudo bem, agora estou do seu lado
e não me parece um erro sentir o meu sorriso.

(Carol Aó)

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