E qual instante não se perde quando te vejo?
Nas minhas mãos, calafrios;
mãos inquietas,
soltas,
presas pela necessidade.
Digo não a cada ato
e mergulho em uma casa sem esquina.
Eu não deveria sorrir do mesmo jeito.
e não me parece um erro sentir o meu sorriso.
(Carol Aó)
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