"Passando pelas ruas do Rio, chego a uma conclusão: o amor não vem pra todos.
Observar é um ato cotidiano e nele é possível se deslumbrar com tudo, inclusive amores que desconheço.
Entre as linhas que cortam a cidade, reforma formas e uma necessidade tão forte quanto o agora: correr as ruas, seguir caminho; qualquer desfecho transcendental que me faça esquecer."
2012.
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