segunda-feira, 9 de julho de 2018

já não sei quantas vezes disse aqui que não lembro dos meus sonhos. é um ato raro.
hoje acordei de um. havia nós em um rumo, em uma escolha caduca. conversavamos sobre futuro e como seguir. ainda no meu talvez, nessa incansável sensação de não ter certeza, vejo desejo da alma no onírico. mas é onde deve ficar. 

já não ouço nada. nem mais a minha alma.

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