Ontem das falas, ontem de
tudo.
Hoje é do silêncio.
Silêncio sem nome sem
endereço.
Silêncio na raiz do segredo,
do nada e
de tudo.
Ontem e hoje. Não há mais
nada.
É só livusia desavisada que
vem e volta
Em outra geografia.
Lentamente rápido, rapidamente
devagar.
Aos segundos, em cada molécula
e átomo,
uma explosão entre palavras e
rabiscos.
Eu insisto, desisto. E desistir foi novo. Não há espera.
Não entendo palíndromos,
formas sem formatos.
Formatação de fronteira em ruas distante da sua casa.
Eu sou miragem.
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