segunda-feira, 4 de junho de 2018

É.

Ainda há tanto ou não, mas há. Deixo aquele tamanho, fica nada e sobra tudo. Nessa corda bamba entre vazio e cheio. Mergulho no silêncio, onde escuto tudo e não digo nada. A minha voz ecoa num passado futurista, onde tudo se passou, passou nós também.   
Tem um tempo que perdi a direção. Sem esse lugar que nem era nosso, apenas quis e não fui. Nem foi. Mas eu me acho. Tenho que me achar por ai. 

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